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Jornada no jornalismo

Minha jornada no campo do jornalismo vem desde quando eu morava na ci-dade de Jarinu, no meado da década de 70, onde fiz meu primeiro grau, antigo ginásio. Nesta época trabalhei na primeira banca de jornal da cidade. Eu além de trabalhar na banca vendendo jornais e revistas, eu era também quem pegava as pequenas notícias para o então jornal de Jarinu que era de pro-priedade do dono da banca.

De volta a capital paulista fui trabalhar na Gazeta Mercantil na Rua Major Quedinho, como responsável por um setor de venda de jornais e revistas antigas onde eram publi-cados editais e balanços das empresas, pos-teriormente fui para a Folha de São Paulo onde exerci a função de contínuo, distribuí-do de matérias para os paste-up, função tam-bém conhecido como paginador. Fiz curso de diagramador, em fim sempre no ambiente do jornalismo, representei a classe no sindi-cado dos gráficos na gestão do Mafei e fazia freelance em outras empresas.

Com isto sempre observador, desenvolvi o conhecimento do jornalismo, pois lia e acompanhava o movimento nas empresas por onde passei.

Vendo as tradições e cultura afro-brasileiras; cultural e religiosa, tinha pouco espaço nos veículos de comunicação, recebendo desta-que apenas nas épocas festivas, como o car-naval e as religiões raramente, apenas em datas pontuais.

Bom é uma longa história até chegar a esta Tribuna Afro-Brasileira.

 

Matéria tirada de: Tribuna Afro Brasileira; editorial jornalista Cosme Ap. Felix MTB 69735-SP

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