Fábio Alexandre de Brito conheceu a Espiritualidade afro-brasileira desde bem cedo. Sua avó, dona Teresa, era cambone de um terreiro de Umbanda chamado Tenda de Umbanda Nossa Senhora Aparecida, que ficava localizado na Vila Miriam, em São Paulo. A Mãe de Santo do terreiro se chamava Marieta, conhecida por todos como Dona Maria. Sua avó auxiliava Mãe Maria às terças-feiras durante o dia, e Fabinho à acompanhava desde os quatro meses. Ali Fabinho foi crescendo, conhecendo os rituais e tendo uma vida iniciada na religião.
Fábio Alexandre de Brito se tornou Fabinho de Oxalá por causa de duas pessoas: Salete e Walter, da Escola Umbanda e Ecologia. Até então eu era O Fábio, assim meus amigos me chamavam. Quando cheguei à escola, eles olharam para mim e disseram: “Não, você aqui é o Fabinho”. A partir de então, todos na religião passaram a me conhecer assim e eu adotei esse nome, que me trouxe muita sorte.